
Numa grande noite, numa grande casa, com uma grande buba, alguém decide começar uma grande conversa (já não me lembro ao certo quem o fez)perguntando: " Será que os animais têm consciência?"
Pois claro, como é propício das bebedeiras divagar, esta conversa não acabou por aqui e seguiram-se inúmeras perguntas que me inspiraram para criar um blogue - uma coisa estranha para mim, que apenas existia na minha cabeça como algo adequado a pseudointelectuais e intelectuais ( "classes" às quais me recuso a pertencer) - no qual apenas constarão dúvidas minhas e de muitas outras pessoas (as mais absurdas não são minhas!!!!).
Portanto, aqui deixo a primeira questão: Afinal..."Será que os animais têm consciência?"
P.S.: Aceitam-se todos , mas mesmo todos os tipos de resposta.
9 comentários:
"criar um blogue - uma coisa estranha para mim, que apenas existia na minha cabeça como algo adequado a pseudointelectuais e intelectuais"
agradecido, sim? Faço agora parte dos ranques de professores de estatística e afins...
Quanto à pergunta, a resposta que deixo é pura e simplesmente a minha opinião:
Sim, os animais têm consciência. Se não o tivessem estariam mortos. Considero que a consciência é uma das propriedades de um ser vivo dito normal. Não têm o ser humano consciência? A única diferença é que os seres humanos usam menos o cérebro. ;)
para acrescentar ao poste acima feito, se na fosse na haveria psicologia animal.... entre outras vertentes dessa mesma ciência :)
pega la a minha resposta cientifica ( ou nao ) ^^
Existe "uma grande probabilidade de que a consciência seja um fenómeno que se tenha desenvolvido noutras espécies animais para além da humana ao longo dos tempos", disse o neurologista português, radicado há vários anos nos Estados Unidos, durante uma conferência promovida pela Porto 2001, informa a Lusa.
António Damásio referia-se ao que designou como "consciência nuclear", uma etapa evolutiva que se terá desenvolvido a partir de mecanismos neurológicos de nível inferior, como a regulação básica da vida, as emoções e os sentimentos.
O mesmo não acontece com o que chama de "consciência alargada", uma vez que implica "uma grande panorâmica em termos de tempo e de conteúdos. Inclui o passado pessoal, o futuro antecipado e a linguagem, assim como uma forte participação do eu autobiográfico", sublinhou.
Isso, de algum modo, é que diferencia os humanos dos animais, não propriamente as emoções, que podem ser partilhados por espécies tão simples como as moscas ou uma espécie de caracol.
"Esses animais têm claramente mecanismos desenvolvidos de emoções, mas muito arrumados dentro de um quadro eficaz de funcionamento que os faz despoletar automaticamente, sem consciência", frisou.
Mas por que precisaríamos saber se os animais têm
consciência ou não?
Em termos científicos, acho que isso faz diferença se
quisermos compreender os animais e sua evolução. E, é
claro, há implicações morais e éticas muito mais amplas,
passando além da ciência, que não estou qualificado a
discutir. O máximo que diria é que, se nossas decisões
morais e éticas se baseiam na premissa de que os animais
não têm consciência, essa premissa está se tornando
questionável.
Nesse momento o senhor enfrenta críticos das áreas
filosófica e científica.
Sim. Muitos filósofos acham que os humanos são singulares
ou tão imensamente diferentes dos outros animais que as
mentes animais simplesmente não são interessantes. Os
cientistas, por outro lado, ainda não começaram a
aproveitar as oportunidades que estão surgindo. Tudo o
que posso dizer é que, na condição de biólogo, eu as acho
interessantes, sim. Essa é uma área difícil e
desafiadora, mas a ciência cresce e se fortalece em áreas
difíceis e desafiadoras. Veja o caso da astrofísica. Se
exigíssemos provas perfeitas de tudo, praticamente não
existiria astrofísica. Não vejo como, no futuro próximo,
obteremos evidências perfeitas sobre as mentes dos
animais, mas tampouco vejo como conseguiremos evidências
perfeitas sobre o que aconteceu antes do Big Bang.
Uma observação de Wittgenstein que ficou famosa é que, se
o leão pudesse falar, nós não o compreenderíamos. Ele
estava enganado?
De certa forma, sim. Podemos, sim, começar -talvez não
perfeitamente- a compreender. Já aprendemos um pouquinho
sobre o que os macacos Cercopithecus pygerithrus querem
dizer com seus gritos de alarme. Não é muito, mas
tampouco é nada, e vale a pena ser levado adiante. Tenho
a impressão de que, se os cientistas realmente se
aplicassem a estudar esses problemas, como fazem com
outros, não demorariam a perceber que existem muitos
animais -como o papagaio cinzento africano de Irene
Pepperberg- que, quando falam, falam a sério.
O que vem através está vivo.
O que está segurando é um espelho.
Mas o que está a cantar musicas é uma cobra. Ela olha para transformar o meu olhar em pedra. Ambos são totalmente vacuo do ódio... e...
Me matam igualmente.
A serpente atras de mim silva... o que poderiam ser os meus danos. O eu sangue diante de mim me implora... abre o meu coração novamente. E eu sinto isso vindo como uma tempestade de novo.Consideravelmente... Voz venenosa,q me tenta,
Q me move , q me sangra
E me deixa rachado e vazio.
Puxa me pra baixo como alguma doce gravidade.
Estou muito ligado a ti para
fugir, sumir,
Dia a dia eu ainda te sinte
tocando me, mudando me
e consideravelmente me matando...
Sem a pele,embaixo da tempestade,sob esses rasgos,as paredes descem.A serpente é afogada e enquanto olho os teus olhos o meu medo desvanesce
relembrando de todos aqueles tempos, que eu morri.
Clarifica o que queres. Segue aquilo que sentes.*
O que vem através está vivo.
O que está segurando é um espelho.
Mas o que está a cantar musicas é uma cobra. Ela olha para transformar o meu olhar em pedra. Ambos são totalmente vacuo do ódio... e...
Me matam igualmente.
A serpente atras de mim silva... o que poderiam ser os meus danos. O eu sangue diante de mim me implora... abre o meu coração novamente. E eu sinto isso vindo como uma tempestade de novo.Consideravelmente... Voz venenosa,q me tenta,
Q me move , q me sangra
E me deixa rachado e vazio.
Puxa me pra baixo como alguma doce gravidade.
Estou muito ligado a ti para
fugir, sumir,
Dia a dia eu ainda te sinte
tocando me, mudando me
e consideravelmente me matando...
Sem a pele,embaixo da tempestade,sob esses rasgos,as paredes descem.A serpente é afogada e enquanto olho os teus olhos o meu medo desvanesce
relembrando de todos aqueles tempos, que eu morri.
Clarifica o que queres. Segue aquilo que sentes.*
Pois então muito bem..."Um blogue n é para qualquer um!!!!" Cada vez acredito mais nisto! eh eh. Desculpas... eu é que não tenho tido tempo nem paciência para o actualizar e paracolocar perguntas novas. Aviso, contudo, aos meus apoiantes nesta caminhada árdua de fazer um blogue que amanhã cá estará o novo post. (Aplausos)
a kika disse tudo! os gatos nao teem consciencia! OBVIO! tenho dito.
Respondendo a questão colocada, "Será que os animais têm consciência?" eu respondo que sim e não.Tanto nos seres humanos como nos animais que podem ser domados, ganhamos consciencia quando começamos a perceber o que somos e para o qual a nossa massa cinzenta dá.
Uma criança não tem consciência quando nasce, mas, acaba por ganhá-la consoante vai conhecendo os limites da sociedade, para depois poder ter consciência a decidir o certo e o errado. Uma criança como os animais domesticos vêm até nós quando querem sentir-se feliz como nos vêm alegrar ou dar o seu carinho com um beijo na cara e um abraço ou uma lambidela e pousar a sua cabeça no nosso colo. Tudo isto são sinais de que a consciência se aprende com a experiência de vida de cada um.
doinx
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